“Eu lembro mais das coisas que pintei do que das coisas que vivi”, diz o artista visual Siron Franco. Entre imagens de arquivo e novas filmagens, revela-se uma personalidade inquieta que não coloca fronteiras entre realidade, memória e sonho.
“Eu lembro mais das coisas que pintei do que das coisas que vivi”, diz o artista visual Siron Franco. Entre imagens de arquivo e novas filmagens, revela-se uma personalidade inquieta que não coloca fronteiras entre realidade, memória e sonho.